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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Casamento e Sexualidade



Casamento consolidado, filhos nascidos e uma vida que gira em torno do trajeto casa-escola dos pequenos. Junte isso às inúmeras atividades profissionais do dia a dia, e o resultado é uma rotina cansativa que nos leva a algumas dúvidas. Afinal, como fica a vida sexual de um casal após os filhos– 
muitas vezes mais parceiros no pagamento de contas e na manutenção da família do que amantes? E as mais importante: como fica a qualidade do sexo? E como garantir a paixão ao longo do tempo?

As respostas são inconclusivas. A verdade é que cada casal e sua família têm uma dinâmica própria e podem encontrar suas receitas. Mas, para isso, é bom saber identificar onde estão os verdadeiros problemas.

“Há uma multiplicidade de papéis: profissional, afetivo, sexual e a vida com filhos. Não atribuiria a falta de qualidade na vida sexual aos filhos, mas sim à sobrecarga de papéis e à dificuldade de priorizar relações”, analisa a psicóloga do Hospital das Clínicas (HC) Elenita Favarato. Segundo ela, algumas áreas ocupam um espaço tão grande na vida da pessoa que ela fica com dificuldade de se dedicar a todas e a se perceber em todas as esferas.

Elenita acredita que a vida profissional tem ocupado um lugar muito grande na vida dos indivíduos, com nível de exigência alto. No caso da mulher, a situação é pior, pois tem de conjugar isso à maternidade, outro papel bastante exigente e, muitas vezes, às atividades do lar. “Assim que os filhos nascem, viramos mais mãe que mulher. É um papel que pega de surpresa. Tornamo-nos mãe integralmente. E, quando mal está se adaptando com a maternidade, a mulher volta ao trabalho”, exemplifica a Dra. Elenita.

Há outros fatores a serem levados em conta na hora de analisar a vida sexual saudável de um casal, como questões hormonais, que mudam conforme a etapa da vida. É preciso que a mulher fique atenta e visite um médico caso perceba alterações. Também não se pode ignorar a qualidade das relações afetivas. “Muitas vezes a sexualidade fica comprometida em função de um relacionamento empobrecido com o parceiro como um todo. O casal perdeu a parceria, com reflexo na sexualidade”, indica a psicóloga do HC.

Criatividade a Dois

Para esses casos, Elenita aconselha conversar a respeito, pensar nas dificuldades e entender o que acontece com o casal. Recomendações que a jornalista Liliana Barbosa sempre procurou colocar em prática. Com dois filhos, hoje com 19 e 21 anos, ela acredita que o tempo melhora a vida sexual. ”Com os filhos crescidos é mais tranquilo, porque não demandam mais tanto do nosso trabalho 'braçal': mamadeiras, idas ao banheiro, banhos”, acredita.

Ela lembra que problemas financeiros existem na vida de qualquer casal e reconhece que isso às vezes afeta a vida sexual. Mas acredita que existem diferentes formas de lidar com as dificuldades.
“Sempre há aquela noite de sexta na qual podemos dormir mais tarde. A proposta é deixar essa noite para usar uma lingerie mais sensual, ver um filme mais picante ou planejar uma saída a dois”, conta. “É preciso cuidar da relação para não deixar a rotina 'ir para a cama', como tantos outros assuntos da vida de um casal com filhos”, completa a jornalista.
Aliás, no dia a dia de um casal com filhos, estes costumam ser a principal preocupação. Equilibrar a atenção dada à vida amorosa e às crianças ou aos adolescentes é uma das tarefas mais difíceis, porém necessárias, afirma Elenita. “É preciso colocar limites para os filhos, que não podem invadir o quarto dos pais”, sentencia.

Para a psicóloga, a falta de limites é um pouco consequência da já citada sobreposição de papéis e também da falta de tempo das pessoas: “Preenchemos tanto o tempo, que temos dificuldade de colocar limites nas coisas. Somos permissivos. De repente, você se dá conta que não possui tempo para você mesmo, para o autocuidado, para as atividades de prazer”, pondera.

O alerta mais importante, no entanto, é também um dos mais simples: manter vivo o namoro e o mistério. A jornalista Elenita dá suas dicas: “Namorar casado é muito melhor. Não deixar a porta do banheiro aberta quando se toma banho, se arrumar longe do parceiro, surpreender com um vestido novo, deixar o outro sempre com aquela sensação de estar namorando a mesma mulher, mas nunca sendo a mesma. Isso vale, claro, também para o homem. Namorar é preciso. Sempre”.

Fonte: gineco.com

1 comentários:

Cristiane Silva Brito disse...

Oie,vim conhecer seu blog e estou seguindo,tbm sou blogueira unida,e te convido a me seguir tbm Bjks bom fds
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